Mariano de Xangó

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05 julho 2018

Mapeamento das Casas de terreiros de Mossoró e região.

Na noite de ontem, realizamos através do Núcleo de Estudos Afro-brasileiros da UERN, em parceria com o Gruesc Uern e o Fora da Ordem, com o apoio do Departamento De Cîências Sociais E Política, a mesa "Questões Étnico-raciais e políticas públicas de ações afirmativas em tempos de exceção", onde no ensejo foi lançado o Mapeamento das comunidades tradicionais de terreiros de Mossoró e região. Agradeço a todos e todas que apoiaram, compareceram e abrilhantaram nossa atividade!
(Palavras da Prof. Eliane Anselmo Dra. Antropóloga)



Debate na UERN 04 de julho de 2018

Questões Étnico-raciais e Políticas Públicas de Ações Afirmativas de mapeamento das Casas de terreiros de Mossoró e região.

Mesa composta por

  • Lucas súllivam
  • Matriarca D. Amélia com seus 96 anos da Xangô Agojô.
  • Lucia Helena (Mãe Lucia)
  • Manoel Cunha Neto (Souza)
  • Caramuru Paiva – Agrônomo
  • Prof. Eliane Anselmo Dra. Antropóloga 

Dando início ao debate, Mãe Lucia convidou todos para cantarmos o hino da Umbanda, e a mesma falou sobre a importância da Matriarca D. Amélia Adauta Vieira com seus 96 anos da Casa de Xangô Agojô, e após o hino deu início ao debate.

Prof. Eliane Anselmo Dra. Antropóloga onde a mesma falou sobre mapeamentos das casas de terreiros de Mossoró e região e combate a intolerância religiosa, e da visibilidade e segurança. 

Lucia Helena (Mãe Lucia)
Mãe Lucia falou sobre a importância ancestralidade da mulher negra e políticas públicas e afirmativa.

Manoel Cunha Neto (Souza)
Souza falou sobre percepção das necessidade e importâncias da políticas públicas o mesmo falou também sobre a escravidão e a desigualdade racial.

Caramuru Paiva – Agrônomo
Caramuru falou sobre o respeito as diversidades e ações afirmativas. 

Falou também o nosso irmão klenison de Xangó, que temos que nos firmar e dizer quem somos e discutir intimamente melhorias para o nosso povo de terreiros. 

Falou também o Babalorixá Noamã Pinhero do Ilé Asé Dajó Ìyá Omí Sàbá o mesmo deu os seus agradecimentos e falou sobre a importância desse movimento.

A Casa de Umbanda Pai José de Aruanda e Centro São Jerônimo se fez presente na pessoa da Mãe de santo Kathia de Oxalá e seus filhos de santo, neste evento de extrema importância para o nosso povo de terreiro.


Amélia Adauta Vieira, 96 anos, natural de Areia Branca RN, reside em nossa cidade a mais de 40 anos. Ela é um símbolo vivo de resistência negra das religiões de matriz africana e ameríndios de Mossoró. Salve essa filha de Xangô!!!










Francisco Wellington Foi uma noite maravilhosa... Parabénsprofessora Eliane Anselmo e a toda equipe do Neab, Gruesc Uern, Fora da Ordem, as Casas de Umbanda, Candomblé e Jurema e a todos que participaram desse evento grandioso. Estou muito feliz em ter participado com Pai Jose Neto De Almeida Almeida e o nosso Centro Espírita de Umbanda Xangô Agojô. Contem com nossa presença sempre e vamos a luta... Avante filhos de fé!!!
(Palavras do nosso irmão de fé  Francisco Wellington)






  
  
   
  
   




  

   
  
  
   
  
 




  
  
  

  
  

  
  
  
  
  
  
  

  
   
  
  
  
  
  
   
   
  
     
  
  


  
  
  
  


  Na noite de ontem, realizamos através do Núcleo de Estudos Afro-brasileiros da UERN, em parceria com o Gruesc Uern e o Fora da Ordem, com o apoio do Departamento De Cîências Sociais E Política, a mesa "Questões Étnico-raciais e políticas públicas de ações afirmativas em tempos de exceção", onde no ensejo foi lançado o Mapeamento das comunidades tradicionais de terreiros de Mossoró e região. Agradeço a todos e todas que apoiaram, compareceram e abrilhantaram nossa atividade!


(Palavras da Prof. Eliane Anselmo Dra. Antropóloga)

  

  



  
  
  
   

  
  
  
  
  
  

  

  
 

  
   
  

  
  
  
  
   
  
  
O nosso Blog Mariano de Xangó e Radio Sensorial FM estava presente neste grande momento para o nosso povo de terreiro.


Foi um momento muito especial e importante para todos nós, parabéns a todos e parabéns a professora Eliane Anselmo.

Fotos tirada pelo nosso Blog.

O QUE SÃO OGÃNS?

O QUE SÃO OGÃNS?
Ser Ogam é muito mais do que ser aquela pessoa no fundo do Terreiro, tocando pontos para as entidades, médiuns e assistentes. Ser Ogam é participar de forma efetiva e consciente nos trabalhos. Isso exige conhecimento, humildade, concentração, responsabilidade, mediunidade e amor. O Ogam é o responsável pelo canto, pelo toque, pela sustentação, pela parte física e equilíbrio harmônico dos rituais. Diferente do que muita gente pensa, um Ogam pode incorporar, porém, a sua mediunidade manifesta-se normalmente, de forma diferente do restante do corpo mediúnico. Manifesta, principalmente, através da intuição, das suas mãos, braços e cordas vocais. Os atabaques, quando devidamente consagrados e ativados pelos Ogãns, são verdadeiros instrumentos de auxílio espiritual, pois são capazes de canalizar, concentrar e irradiar energias que tanto podem ser movimentadas pelo próprio Ogam como pelas entidades de trabalho para os mais diversos fins

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Ass: Mariano de Xangó
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