Mariano de Xangó

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16 fevereiro 2018

JUREMA SANTA E SAGRADA!


Jurema sagrada como tradição "mágica" religiosa, ainda é um assunto pouco estudado. É uma tradição nordestina que se iniciou com o uso desta planta pelos indígenas da região norte e nordeste do Brasil; Nasceu a Jurema Sagrada, no ano de 1532, com a junção da: 

  1. Pajelança
  2. Catolicismo
  3. Bruxaria Europeia
  4. As Divindades da Natureza dos Negros Bantos 

Nasce então a Jurema Sagrada, que surgiu das Aldeias Índigenas.mas que, atualmente possui influências as mais variadas, e que vão desde a feitiçaria européia até a pajelança, xamanismo indígena, passando pelas religiões africanas, pelo catolicismo popular, e até mesmo pelo esoterismo moderno, psicoterapia psicodélica e pelo cristianismo esotérico.
Primeiro Reinado que é: Reinado da Jurema Preta, Jurema de Caboclo, Jurema de Tupã e ou Rei Tanaruê, destes seguimento sugiram mais onze reinados, todos com os seus legitimos Representantes, na hieraquia de Reis, Rainha, Príncipe e Princesa, Caboclo, Tangerinos, Vaqueiros, Boiadeiros, Mestres, Ciganos, Preto Velho, entre outros.

Em cada Reinados foram encantada algumas especies de arvores, que hoje são conhecida como: Angico, Jucá, Jequitibá, Jatobá, Aroeira,Manaca, Ingá entre outras, após o encantamento de cada especie estas se tornaran-se Cidades Sagrada.

Reino das Águas Claras – “Tambor de Mina Nago” - Reino dos Encantados, Sereias, Principe Boto, Principe Rio Verde,Rio Negro, Marecia,Flechimar Princesa Flora etc… No Pé de cada árvore eram feito a mais belas mesas, Os Juremeiros da época tinha os seus assentamentos enterrados dentro da matas e os desenterravam, lavavão e montavam a mesa em uma arvore sagrada longe do local onde os escondia, após a jurema de chão, pegavam e a envovia em panos e as enterravam.
A Jurema de Chão e feito dentro da mata ou no pé de uma arvore sagrada, realizada ao som dos Maracas .

Os antigos Juremeiros os fazia escondidos da policia pois os Jesuitas, na catetização dos índios infatizou que a pajelança era atos demoniacos, e os que era descobertos, matava-se todos ali mesmo, exemplo que aconteceu com o mestre Tangerino Zé Ferreiro, dentro da mata da cidade de Abiara PB. Por isso que surgiu as demais Reinados que saiu da mesa feita dentro das matas e foram para as casas e a primeira casa aberta ao publico com a autorização do Rei foi de Maria do Acaio em Alhandra PB. que uns dos maiores em número de seguidores atualmente.
Não a existe para o mestre melhor Reinado da Jurema, cada um veio de uma aldeia, e de uma linhagem de pensamento.
A Jurema Sagrada, não existe Exu e Pomba-Gira, essas entidades so surgiu na Quimbanda em 1908. a Jurema tem os caboclos e mestres esquerdeiros. A Jurema que cultua a Quimbanda e uma Jurema Traçada, que Exu e Pomba Gira, passa na sala junto com o Mestre igual ao Omoloco, que mistura o orixa e os Espitiros em Evolução.

A Jurema de Raiz pura não cultua a Quimbanda, mais o medium que tem a sua Quimbanda firmada, faz separado da Jurema, igualmente aos atos dos Orixas, e comum no Nordeste, Ter Um Babalorixa e Um Padrinho de Jurema Destintos. Que Orixa e Divindade da Natureza, no entando a Jurema são Espiritos Encantados na Natureza, e o Exu e a Pomba Gira são homens e mulheres da rua mais não são encantados e por isso que tem os atos igual a de Malei, raiz da Quimbanda.

A minha Jurema e a Jurema do Reino da Jurema Preta, que se realiza na Natureza tudo e realizado no habitar dos encantados.Mais torno a reafirmar nada tira o brilho das demais tais que hoje existe vários nomes de respeito dentro da Jurema Sagrada.

Jurema Sagrada faz referência nos fatos ocorrido no Brasil e suas épocas e historia, pois os encantados fez parte dela, e quando se manifestam nos terreiros de Catimbó, cantam os seus Lírios o que ele fez em vida, onde nasceu e época e local que viveu.
A Jurema Sagrada Catimbó não é uma Lenda e ou um Conto de Fadas foi a História das Glorias e o sofrimento dos índios e o povo Nordestino.
Quando um mestre se manifesta e se ele foi encantado corretamente é o Mestre acordado que fala a sua Historia de vida, onde nasceu, onde viveu e onde esta enterrado, não é necessario o mediun sair em busca da historia do Mestre, ele tem que falar onde esta o seu corpo enterrado e onde viveu. Igual vamos ver na Historia da Vida do grande Mestre de Jurema Zé Pelintra, ele nasceu na Vila do Cabo de São Agostinho, passou grande parte de sua vida na Paraíba em Alhandra no Acaio e quando passou com 114 anos foi enterrado no antigo cemitérios dos Afogados do Ingazeiro.
Definindo o catimbó:A tarefa de definir o catimbó não é fácil, diante da pluralidade dos seus referentes. Na linguagem corrente do Nordeste, por exemplo, o termo significa magia negra, feitiçaria, bem como qualquer forma de manipulação do sobrenatural com fins “maléficos” ou “diabólicos”, como “coisa-feita”, “mau-olhado”, entre outros. Utilizo o termo, no entanto — mesmo reconhecendo seu caráter genérico —, referindo-me ao fenômeno religioso descrito a partir da década de 1930, pelos autores acima mencionados. Trata-se de um culto encontrado em Pernambuco, na Paraíba e no Rio Grande do Norte, e que surge com o fim dos aldeamentos indígenas, com o índio assimilado aos homens livres pobres, trabalhadores rurais despossuídos, submetidos aos interesses dos grandes proprietários. Apresenta elementos do cristianismo — consequência do longo contato dos povos indígenas com os missionários católicos —, mas também traços de alguns rituais ameríndios. É igualmente significativa, como se verá mais adiante, a influência da magia europeia no culto. Algumas de suas principais características seriam os usos do fumo e da jurema (bebida), como elementos litúrgicos. Suas sessões eram voltadas para consultas, através das quais se buscava a cura para males, físicos, mentais e espirituais, ou para resolver toda a sorte de aflições do cotidiano. A liturgia do catimbó reunia um número mínimo de participantes, que podia limitar-se à pessoa que busca o atendimento mais o catimbozeiro que conduzirá a sessão(chamado mestre). Muitos desses catimbozeiros costumavam trabalhar comum assistente. O culto fundamentava-se na possessão do espírito (de mestre ou caboclo) sobre o corpo do médium, após este entoar as “linhas” (cânticos)de uma determinada entidade. Esta, uma vez incorporada, é quem vai atender o cliente. Descrevendo o catimbó por ele observado na década de 1930,Fernandes escreveu:Vendo o catimbó, de uma maneira geral, o aparato consiste na mesa estreita, forrada ou não, onde se misturam garrafadas de jurema, cachimbos, novelos de linha, agulhas, botões,imagens de santos...

No contexto do sincretismo brasileiro afro-ameríndio, a presença ou não da jurema como elemento sagrado do culto vem estabelecer a diferença principal entre as práticas de umbanda e do catimbó
.Apesar de bastante conhecida no Nordeste do Brasil ainda não há um consenso sobre qual a classificação exata da planta popularmente conhecida por Jurema.

A Jurema (Acacia Jurema mart.) é uma das muitas espécies das quais a Acácia é o gênero. Várias espécies de Acácia nativas do nordeste brasileiro recebem o nome popular de Jurema.
As Acácias sempre foram consideradas plantas sagradas por diferentes povos e culturas de todo o mundo; Os Egípcios e Hebreus veneravam a "Acacia nilotica" (Sant, Shittim, Senneh), os Hindus a "Acacia suma" (Sami), os Árabes a "Acacia arabica" (Al-uzzah), osIncas e outros povos indígenas da América do sul veneravam a "Acacia cebil"(vilca, Huillca, Cebil), os nativos do Orinoco a "Acacia niopo" (Yopo) e os índios do nordeste brasileiro tinham na "Acacia jurema" (Jurema, Jerema, Calumbi) a sua árvore sagrada, a sua Acacia, ao redor da qual desenvolveu-se essa tradição hoje conhecida como "Jurema sagrada".
Ver verbete: Jurema (árvore)

Culto

O culto da Jurema está para a Paraíba, assim como o de Iroko está para a Bahia. Esta arvore tipicamente Nordestina, era venerada pelos índios potiguares e tabajaras, da Paraíba, muitos séculos antes da descoberta Brasil. Em Pernambuco, existe um município cujo nome é Jurema devido a grande quantidade destas árvores que ali se encontra. A jurema (mimosa hostilis), depois de crescida, é uma frondosa árvore que vive mais de 200 anos. Todas as partes dessa árvore são aproveitadas: a raiz, a casca, as folhas e as sementes, utilizadas em banhos de limpeza, infusões, ungüentos, bebidas e para outros fins ritualísticos. Os devotos iniciados nos rituais do culto são chamados de “Juremeiros”. Foi na cidade de Alhandra, município a poucos quilômetros de João Pessoa, que esse culto, na forma do Catimbó alcançou fama. A Jurema já era cultuada na antiguidade por pelo menos dois grandes grupos indígenas, o dos tupis e o dos cariris também chamados de tapuias. Os tupis se dividiam em tabajaras e potiguares, que eram inimigos entre si. Na época da fundação da Paraíba, os tabajaras formavam um grupo de aproximadamente cinco mil índios. Eles ocupavam o litoral e fundaram as aldeias Alhandra e a de Taquara.

Origens

A jurema sagrada é remanescente da tradição religiosa dos índios que habitavam o litoral da Paraiba, Rio Grande do Norte e no Sertão de Penambuco e dos seus pajés, grandes conhecedores dos mistérios do além, plantas e dos animais. Depois da chegada dosafricanos no Brasil, quando estes fugiam dos engenhos onde estavam escravizados, encontravam abrigo nas aldeias indígenas, e através desse contato, os africanos trocavam o que tinham de conhecimento religioso em comum com os índios. Por isso até hoje, os grandes mestres juremeiros conhecidos, são sempre mestiços com sangue índio e negro. Os africanos contribuíram com o seu conhecimento sobre o culto dos mortos egun e das divindades da natureza os orixás voduns e inkices. Os índios, estes contribuíram com o conhecimento de invocações dos espíritos de antigos pajés e dos trabalhos realizados com os encantados das matas e dos rios. Daí a jurema se compor de duas grandes linhas de trabalho: a linha dos mestres de jurema e a linha dos encantados.

A JUREMA é a cidade-estado deste mundo espiritual. Em Alhandra, localidade do litoral paraibano, considerada por muitos o berço de uma grande linhagem de catimbozeiros e mestres do além, como Manoel Inácio e Maria do Acais, que lá formaram escola quando em vida; as árvores de Jurema cultivadas pelos catimbozeiros são consideradas as próprias cidades espirituais. "A `cidade' mais antiga de jurema, cujo pé de jurema teria sido plantado pelo `mestre Inácio', regente dos índios, é o arbusto velho e enorme que se encontra na atual propriedade `Estiva'... O arbusto é sempre venerado, e muitas vezes há velas acesas ao anoitecer. ... O lugar é chamado pelos entendidos de `cidade do Major do Dias'... Mestre Inácio e o mestre Major do Dias foram proprietários de Estiva. O atual proprietário, o mestre Adão, um dia tornar-se-á também `mestre' do além depois que o seu espírito for lavado ."


Os Caboclos 

Os Caboclos são identificados como entidades indígenas que trabalham principalmente com a cura através do conhecimento das ervas. Durante a estada destas entidades nos terreiros, incorporadas nos médiuns, dão passes e realizam benzeduras com ervas e folhagens. São associados às correntes espirituais mais elevadas, as que trabalham para o bem, mas que também podem ser perigosas quando usados contra alguém. Por isso são muito temidos. "... na antiguidade se tina muito medo dos caboclos por causa das flechadas. A flechada de um índio é pior que o trabalho de um mestre... só algumas pessoas que sabem mexer e botar a mão ali dentro"

Nas Mesas o caboclo é simbolizado por príncipes, estátuas de índios e apetrechos confeccionados por ameríndios ou inspirados neles como cocares, flechas, preiacas, colares, etc. Os caboclos comem frutas, flores, mel, carne bovina ou peixe, que pode ser crua, cozida no vinho, ou assada na brasa. Com a introdução de sacrifício de animais nas práticas juremistas, é comum oferecer-lhes pequenos animais como passarinhos, preás, coelhos e outro "bichos de caça". São oferecidos ainda raízes como a mandioca, a batata doce e alimentos confeccionados a partir delas. Alguns juremeiros oferecem vinho branco a estas entidades, outros apenas suco de frutas e refrigerantes como o guaraná. Normalmente os caboclos não fumam e no momento das reuniões e giras a eles destinadas não se deve fumar; contudo alguns caboclos se utilizam destes elementos. No caso dos caboclos que utilizem do tabaco em seus trabalhos, nas oferendas estes devem se fazer presentes na forma em que o caboclo em questão mais se agradar (cachimbo ou cigarro de palha ou charuto). Completam as oferendas as bugias ou inãs, as velas. Na incorporação vê-se três estereótipos relacionados ao gênero e a faixa etária destas entidades: Os caboclos crianças, sejam de um sexo ou de outro, descem pedindo mel, balas e frutas. São pouco ascéticos quando comem estes alimentos, depositando e misturando os ingredientes no próprio chão dos terreiros. É costume, ainda, lambuzarem a si e aos com que compartilham de seu alimento. Muitas vezes querem comer pequenos insetos e répteis que encontrem nas casas de culto, sob a argumento de que nas matas comem destes animais. São brincalhões e falam uma linguagem infantilizada do tipo tati-bi-tati. Os caboclos adultos do sexo masculino tem o semblante carrancudo. Sua voz , normalmente faz-se ouvir claramente. Descem em geral estalando os dedos e emitindo um som sibilante. Quando em reuniões, onde não haja o batuque dos tambores, dançam em círculo, dobrando um joelho e deixando a outra perna atrás. Nas festas a sua coreografia muda assumindo os passos dançados pelos "caboclinhos" dos folguedos populares do carnaval pernambucano. As caboclas tem uma expressão facial de maior suavidade e, normalmente, falam uma linguagem onde se intercala no início das palavras a sílaba si.

Os Mestres

Uma outra categoria de entidades que recebem culto na Jurema é a dos Mestres. Ao que parece o termo mestre é de origem portuguesa, onde tinha o sentido tradicional de médico, ou segundo Câmara Cascudo de feiticeiro. De forma geral, os mestres são descritos como espíritos curadores de descendência escrava ou mestiça (índio com negro ou branco com uma das duas outras raças). Dizem os juremeiros que os mestres foram pessoas que, quando em vida, trabalharam nas lavouras e possuíam conhecimento de ervas e plantas curativas. Por outro lado, algo trágico teria acontecido e eles teriam "se passado" (morrido), se encantando, podendo assim voltar para "acudir" os que ficaram "neste vale de lágrimas". Alguns deles se iniciaram nos mistérios e "ciência" da Jurema antes de morrer, como o mestre Inácio ou Maria do Acais e toda a linhagem de catimbozeiros de Alhandra, que após um ritual denominado "lavagem" ganham um lugar nas cidades espirituais e passam a incorporar nos discípulos que formaram. Outros adquiriram esse conhecimento no momento da morte, pelo fato desta ter acontecido próximo a um espécime da árvore sagrada. No panteão juremista, existem vários mestres e mestras, cada qual responsável por uma atividade relacionada aos diversos campos da existência humana (cura de determinadas doenças, trabalho, amor...). Há ainda aqueles especialistas em fazer trabalhos contra os inimigos. Nas mesas, as representações das entidades relacionadas nesta categoria são as mais elaboradas, geralmente possuindo o estado completo e a "jurema plantada"; em especial a do "mestre da casa", aquele que incorpora no juremeiro, faz as consultas e iniciam os afilhados nos segredos do culto. Por tudo isso esse mestre é carinhosamente chamado de "meu padrinho". Cada mestre está associado a uma cidade espiritual e a uma determinada planta de "ciência" (angico, vajucá, junça, quebra-pedra, palmeira, arruda, lírio, angélica, imburana de cheiro e a própria Jurema, entre outros vegetais), existindo ainda alguns relacionados a fauna nordestina (mamíferos – guará, preá; aves – gavião, periquito, arara, pitiguarí; insetos – abelhas, besouro mangangá; répteis). Para os mestres relacionados a uma outra planta que não a Jurema, são estas plantas (quando arvores) que tem seus trocos plantados nas mesas dos discípulos. 

Outras entidades

Além dos caboclos e dos mestres, vem na jurema, mas com menos freqüência, os Pretos e Pretas Velhas. Espíritos de velhos escravos africanos, peritos em benzeduras e nos conselhos que dão a seus "netinhos" dos terreiros. Temos aqui, talvez, uma influência da Umbanda sobre o culto Juremista. Contudo a influência dos cultos africanos é melhor expressa na incorporação dos Exus e Pomba Giras ao panteão juremista. Na Jurema eles aparecem como os servos dos mestres ou como mestres menos esclarecidos e mais propícios aos trabalhos para o mal. Junta-se a este panteão os Santos da Igreja Católica, que são cumprimentados pelos mestres e caboclos, e os quais encontramos referências nas toadas e nas orações utilizadas nos fazeres mágicos ensinados pelos espíritos. 


O QUE SÃO OGÃNS?

O QUE SÃO OGÃNS?
Ser Ogam é muito mais do que ser aquela pessoa no fundo do Terreiro, tocando pontos para as entidades, médiuns e assistentes. Ser Ogam é participar de forma efetiva e consciente nos trabalhos. Isso exige conhecimento, humildade, concentração, responsabilidade, mediunidade e amor. O Ogam é o responsável pelo canto, pelo toque, pela sustentação, pela parte física e equilíbrio harmônico dos rituais. Diferente do que muita gente pensa, um Ogam pode incorporar, porém, a sua mediunidade manifesta-se normalmente, de forma diferente do restante do corpo mediúnico. Manifesta, principalmente, através da intuição, das suas mãos, braços e cordas vocais. Os atabaques, quando devidamente consagrados e ativados pelos Ogãns, são verdadeiros instrumentos de auxílio espiritual, pois são capazes de canalizar, concentrar e irradiar energias que tanto podem ser movimentadas pelo próprio Ogam como pelas entidades de trabalho para os mais diversos fins

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