Mariano de Xangó

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28 agosto 2017

14¤ Encontro dos Religiosos Afro-Ameríndios de Areia Branca. Tema: O Matriarcado no Candomblé


Essa foi mais uma noite memorável, particularmente o melhor encontro vivenciado. Algo intimista, no seio familiar, a roda de conversa deixou tudo mais aconchegante, e assim se viu a todos e todas estão ao nosso lado, sem saber onde começa nem onde termina, o que é diferente de platéia onde as pessoas ficam muito distantes. Todos deram sua contribuição, todos participaram, e como é importante essa contribuição, todos nós temos algo a ensinar e algo a aprender, e foi isso que fizemos ontem, aprendemos a ensinar, e ensinamos a aprender. E nos momentos de emoção identificamos a voz do coração. A emoção ela nos preenche, ela transborda. Com emoção vimos como chegamos até aqui, os porquês, uma volta ao passado, a nossa ancestralidade, como 14 anos passou e não sentimos a força do tempo, mas simplesmente a força do sagrado que nos conduz até os dias de hoje, e nos impulsionará seguindo em frente. Vimos também que os mais novos não tinham o que falar, mas nos surpreenderam com verdadeiros testemunhos do sagrado. O olhar sobre a ancestralidade nos faz refletir: de onde viemos, para saber quem somos e a partir dai saberemos para onde vamos porque teremos um projeto de vida, de estar bem com a vida, e estar bem com a vida é estar bem com o sagrado. Esse sagrado que nos fortalece, sagrado que nos orienta, esse sagrado que nos leva sempre a frente, em busca do nosso norte, alargando nosso horizonte.

Conversamos sobre a importância da mulher na vida, em todas as relações no mundo. Mergulhamos nos relatos onde a mulher negra e de terreiro com seu pulso firme e seu olhar sensível e empreendedor, transformaram homens em mães e mulheres em guerreiras.









  















Fonte

#PerpetuandoATradiçãoPorAmorAoSagrado

O QUE SÃO OGÃNS?

O QUE SÃO OGÃNS?
Ser Ogam é muito mais do que ser aquela pessoa no fundo do Terreiro, tocando pontos para as entidades, médiuns e assistentes. Ser Ogam é participar de forma efetiva e consciente nos trabalhos. Isso exige conhecimento, humildade, concentração, responsabilidade, mediunidade e amor. O Ogam é o responsável pelo canto, pelo toque, pela sustentação, pela parte física e equilíbrio harmônico dos rituais. Diferente do que muita gente pensa, um Ogam pode incorporar, porém, a sua mediunidade manifesta-se normalmente, de forma diferente do restante do corpo mediúnico. Manifesta, principalmente, através da intuição, das suas mãos, braços e cordas vocais. Os atabaques, quando devidamente consagrados e ativados pelos Ogãns, são verdadeiros instrumentos de auxílio espiritual, pois são capazes de canalizar, concentrar e irradiar energias que tanto podem ser movimentadas pelo próprio Ogam como pelas entidades de trabalho para os mais diversos fins

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Ass: Mariano de Xangó
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