Mariano de Xangó

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10 novembro 2011

O que é Macumba?

A primeira definição de Macumba que se encontra em qualquer dicionário é de: antigo
instrumento musical de percussão, espécie de reco-reco, de origem africana, que dá um
som de rapa (rascante);
O conceito da macumba está tão arraigado na cultura popular brasileira, que são comuns
expressões como "xô macumba" e "chuta que é macumba" para demonstrar desagrado com a má
sorte. As superstições nesse sentido são tão grandes, que até mesmo para a Copa do Mundo
foram criados sites para espantar o azar.
Macumba também pode ser a designação genérica dos cultos sincréticos afro-brasileiros
derivados de práticas religiosas e divindades de povos bantos, influenciadas pelo candomblé e
com elementos ameríndios, africanos, do catolicismo, do espiritismo, do ocultismo, etc. Veja a
Definição de João do Rio:
. No Rio de Janeiro, as nações do candomblé se fundiram umas nas outras, deixando-se também
penetrar profundamente por influências exteriores, ameríndias, católicas, espíritas, dando
nascimento a uma religião essencialmente sincrética, a Macumba.
João do Rio, As Religiões do Rio, 13-52.
. O mesmo que candomblé, correspondente ao xangô pernambucano.
. Diz-se mais comumente macumba que candomblé, no Rio de Janeiro, e mais candomblé do que
macumba, na Bahia.
. Palavra usada no sentido pejorativo para se referir ao candomblé do Rio de Janeiro.
. Palavra usada para definir a mistura de umbanda, kimbanda, vodu, candomblé, feitiçaria e
bruxaria.
. Palavra utilizada para se referir aos despachos depositados em encruzilhadas.
. Macumba, como a palavra é conhecida no Rio de Janeiro, é o mesmo que "Ebó", como é
conhecida na Bahia (Candomblé).
. Denominação atribuída à quimbanda pelos seguidores da umbanda da chamada linha branca.
Macumba é uma árvore onde os africanos faziam os seus rituais, ao som de instrumentos
chamados atabaques. Assim, macumbeiro é a pessoa que realiza rituais de Umbanda ao som de
atabaques.

O QUE SÃO OGÃNS?

O QUE SÃO OGÃNS?
Ser Ogam é muito mais do que ser aquela pessoa no fundo do Terreiro, tocando pontos para as entidades, médiuns e assistentes. Ser Ogam é participar de forma efetiva e consciente nos trabalhos. Isso exige conhecimento, humildade, concentração, responsabilidade, mediunidade e amor. O Ogam é o responsável pelo canto, pelo toque, pela sustentação, pela parte física e equilíbrio harmônico dos rituais. Diferente do que muita gente pensa, um Ogam pode incorporar, porém, a sua mediunidade manifesta-se normalmente, de forma diferente do restante do corpo mediúnico. Manifesta, principalmente, através da intuição, das suas mãos, braços e cordas vocais. Os atabaques, quando devidamente consagrados e ativados pelos Ogãns, são verdadeiros instrumentos de auxílio espiritual, pois são capazes de canalizar, concentrar e irradiar energias que tanto podem ser movimentadas pelo próprio Ogam como pelas entidades de trabalho para os mais diversos fins

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Alguns textos, poemas e fotos foram retirados de variados
sites, caso alguém reconheça algo como sua criação e não
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Ass: Mariano de Xangó
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