Mariano de Xangó

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08 novembro 2011

O que é Candomblé

Ilê Axé Iya Nassô Oká - Terreiro da Casa Branca - casa mais antiga de Salvador Bahia 
Candomblé, culto dos orixás, de origem totêmica e familiar, é uma das Religiões Afro- 
Brasileiras praticadas principalmente no Brasil, pelo chamado povo do santo, mas também 
em países adjacentes como Uruguai, Argentina, e Venezuela. 
A religião, que tem por base a "anima" (alma) da Natureza, sendo portanto chamada de 
anímica, foi desenvolvida no Brasil com o conhecimento dos sacerdotes africanos que 
foram escravizados e trazidos da África para o Brasil, juntamente com seus Orixás/ 
Inquices/ Voduns, sua cultura, e seu idioma, entre 1549 e 1888. 
Embora confinado originalmente à população de escravos, proibido pela igreja Católica, e 
criminalizado mesmo por alguns governos, o candomblé prosperou nos quatro séculos, 
expandiu consideravelmente desde o fim da escravatura em 1888. É agora uma das 
religiões principais estabelecidas, com seguidores de todas as classes sociais e dezenas 
de milhares de templos.  
Em levantamentos recentes, aproximadamente 3 milhões de brasileiros (1,5% da população total) 
declararam o candomblé como sua religião.  
Na cidade de Salvador existem 2.230 terreiros registrados na Federação Baiana de Cultos Afrobrasileiros. Entretanto, na cultura brasileira as religiões não são vistas mutuamente como 
exclusivas, e muitos povos de outras crenças religiosas — até 70 milhões, de acordo com algumas 
organizações culturais Afro-Brasileiras — participam em rituais do candomblé, regularmente ou 
ocasionalmente.  
Orixás do Candomblé, os rituais, e as festas são agora uma parte integrante da cultura e uma 
parte do folclore brasileiro. 
O Candomblé não deve ser confundido com Umbanda, Macumba e/ou Omoloko, outras religiões 
Afro-Brasileiras com similar origem;  e com religiões Afro derivadas similares em outros países do 
Novo Mundo, como o Voodoo Haitiano, a Santeria Cubana, e o Obeah, os quais foram 
desenvolvidos independentemente do Candomblé e são virtualmente desconhecidos no Brasil. 
Candomblé é uma religião monoteísta, embora alguns defendam que cultuem vários deuses, o 
deus único para a Nação Ketu é Olorum, para a Nação Bantu é Zambi e para a Nação Jeje é 
Mawu, são nações independentes na prática diária e em virtude do sincretismo existente no Brasil 
a maioria dos participantes consideram como sendo o mesmo Deus da Igreja Católica. 
Os Orixás/Inquices/Voduns recebem homenagens regulares, com oferendas, cânticos, danças e 
roupas especiais. Mesmo quando há na mitologia referência a uma divindade criadora, essa 
divindade tem muita importância no dia-a-dia dos membros do terreiro, como é o caso do Deus 
Cristão que na maioria das vezes são confundidos. 
os Orixás da Mitologia Yoruba foram criados por um deus supremo, Olorun (Olorum) dos Yoruba;  
os Voduns da Mitologia Fon ou Mitologia Ewe, foram criados por Mawu, o deus supremo dos Fon;  
os Inquices da Mitologia Bantu, foram criados por Zambi, Zambiapongo, deus supremo e criador.  

O Candomblé cultua, entre todas as nações, umas cinquenta das centenas de deidades ainda 
cultuadas na África. Mas, na maioria dos terreiros das grandes cidades, são doze as mais 
cultuadas. O que acontece é que algumas divindades têm "qualidades", que podem ser cultuadas 
como um diferente Orixá/Inquice/Vodun em um ou outro terreiro. Então, a lista de divindades das 
diferentes nações é grande, e muitos Orixás do Ketu podem ser "identificados" com os Voduns do 
Jejé e Inquices dos Bantu em suas características, mas na realidade não são os mesmos; seus 
cultos, rituais e toques são totalmente diferentes. 
Orixás têm individuais personalidades, habilidades e preferências rituais, e são conectados ao 
fenômeno natural específico (um conceito não muito diferente do Kami do japonês Xintoísmo).  
Toda pessoa é escolhida no nascimento por um ou vários "patronos" Orixá, que um babalorixá 
identificará. Alguns Orixás são "incorporados" por pessoas iniciadas durante o ritual do candomblé, 
outros Orixás não, apenas são cultuados em árvores pela coletividade. Alguns Orixás chamados 
Funfun (branco), que fizeram parte da criação do mundo, também não são incorporados. 

O QUE SÃO OGÃNS?

O QUE SÃO OGÃNS?
Ser Ogam é muito mais do que ser aquela pessoa no fundo do Terreiro, tocando pontos para as entidades, médiuns e assistentes. Ser Ogam é participar de forma efetiva e consciente nos trabalhos. Isso exige conhecimento, humildade, concentração, responsabilidade, mediunidade e amor. O Ogam é o responsável pelo canto, pelo toque, pela sustentação, pela parte física e equilíbrio harmônico dos rituais. Diferente do que muita gente pensa, um Ogam pode incorporar, porém, a sua mediunidade manifesta-se normalmente, de forma diferente do restante do corpo mediúnico. Manifesta, principalmente, através da intuição, das suas mãos, braços e cordas vocais. Os atabaques, quando devidamente consagrados e ativados pelos Ogãns, são verdadeiros instrumentos de auxílio espiritual, pois são capazes de canalizar, concentrar e irradiar energias que tanto podem ser movimentadas pelo próprio Ogam como pelas entidades de trabalho para os mais diversos fins

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Ass: Mariano de Xangó
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