Mariano de Xangó

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08 novembro 2011

Cultos afros - Orixás ou “deuses” venerados: (concepção dos nagôs)

OBATALÁ – filho de OLÔRUN. O pai da humanidade. Um ORIXÁLA, isto é, aquele que está 
acima dos Orixás. No Brasil recebeu a designação de OXALÁ.  
Obs: pela influência ou pressão do clero, foi “identificado” com O SENHOR DO BONFIM, de Bahia, 
o mesmo que JESUS. Isso foi o começo do chamado sincretismo ou similitude. XANGÔ – Deus do Trovão, do Raio, ou seja, do fogo celeste. Dentro do sincretismo passou a ser 
assimilado a S. Jerônimo da Igreja. 
OGUM – Deus do ferro, da Guerra, das Demandas. Dentro do sincretismo passou a ser 
assimilado, ora a Sto. Antônio (na Bahia), ora a S. Jorge, em outros Estados. 
OXOSSE – Deus da Caça, dos Vegetais, etc. Dentro do sincretismo, passou a ser assimilado a S. 
Sebastião. 
IEMANJÁ – Deusa das ÁGUAS ( na áfrica é a deusa do rio Oxun). Dentro do sincretismo passou a 
ser assimilada à Virgem Maria. 
OXUN – Deusa do rio Oxun. Dentro do sincretismo passou a ser assimilada à Nossa Senhora da 
conceição, da Igreja.
IFÁ – O mensageiro dos ‘deuses”. O oráculo dos Orixás. O adivinhador. 
Dada – Deusa dos vegetais. 
OLOKUN – Deus do Mar. 
OKÔ – Deus da Agricultura. 
OLOCHÁ – Deusa dos lagos. 
OBÁ – Deusa do rio Oba. 
AGÊ-CHALAGÁ – Deus da Saúde. 
OYÁ – Deusa do rio Niger. 
CHAPANA – Deusa da varíola, da peste, etc. 
OKÊ – Deus das Montanhas. 
AGÊ-CHALUGÁ (com outro atributo), AJÁ ou Aroni, OXANBY ou Oxanin – os deuses da medicina 
– os que podiam curar, etc. 
Termos utilizados nos terreiros: 
Babalôrixá – espécie de sacerdote do culto nagô. Interpretação dada: “ pai-de-santo” – o “chefedo-candomblé”. 
Babá – diminutivo do termo acima que tanto pode designar o homem como a mulher, sacerdote ou 
sacerdotisa. Interpretação: “pai ou mãe-de-santo”. 
Babalaô ou Babalawô – espécie de adivinho ou sacerdote do culto de Ifá. 
Yalôrixá – espécie de sacerdotisa. Interpretação dada: “mãe-de-santo” – a “dona do candomblé”. 
Yaô ou Yawô – espécie de inicianda; “filha-de-santo”. Ogan – espécie de protetor do candomblé, que fornecia meios financeiros para as festas, etc. Era 
escolhido pelo Babá e confirmado pelo “orixá”. 
Ogan de atabaque – a pessoa que conhecia os segredos dos toques para os orixás.  
Cambondo – dito como cambono, espécie de tocador de atabaques nos candomblés de angola 
(depois, em conseqüência de deturpações, passou a ser qualificado, nos “terreiros”, como 
auxiliar dos protetores, isto é, aquêles que se ocupam de servir as pessoas mediunizadas. 
Candomblé – o local onde se faz o “terreiro”. Onde se processa os ditos ou as cerimônias.
Candomblé de caboclo – ritual onde predomina as evocações para os encantados o mesmo que 
os caboclos.
Ilú – atabaque de um modo geral. 
Matança – sacrifício de animais para os Orixás e para Exu também.
Pêji – o altar ou o santuário dos candomblés, dito, também como “conga”. 
Padrinho – diz-se, também, como “pai-de-santo”, no candomblé de caboclo. 
Como padrinhos ou compadres também tratam aos exus, quando no “reino”.
Tata ou tata de inkice – interpreta-se também como pai-de-santo (congo e angola)
Mamêto de inkice - interpreta-se também como mãe-de-santo (congo e angola)
Encantado - interpreta-se também como Orixá, no “candomblé de caboclo” e no “catimbó” como 
os espíritos “protetores”, chamados de “mestres”. 

O que é a Umbanda 

A Umbanda é uma religião brasileira, fundada em 15/11/1908, e fundamentada em 3 pilares que 
são sua base de sustentação:  
O AMOR, A CARIDADE E A HUMILDADE.  
Admite um deus único (OLORUM), que é o criador de tudo e todos. Seus adeptos (chamados 
também de "filhos de fé") reverenciam entidades superiores denominados ORIXÁS, sendo o 
principal Jesus (OXALÁ). 
É orientada também pelos guias espirituais - espíritos que atuam na Umbanda sob uma 
determinada LINHA que por sua vez está ligada diretamente a um determinado Orixá. Os guias 
têm ricos conhecimentos de amor, caridade, fé, justiça e evolução, entre outros, que se 
manifestam através da mediunidade dos médiuns, sendo a prática da incorporação uma delas - 
ato pelo qual uma pessoa médium, consciente, semi-consciente ou não, permite que outros 
espíritos falem através de seu corpo físico. 

O QUE SÃO OGÃNS?

O QUE SÃO OGÃNS?
Ser Ogam é muito mais do que ser aquela pessoa no fundo do Terreiro, tocando pontos para as entidades, médiuns e assistentes. Ser Ogam é participar de forma efetiva e consciente nos trabalhos. Isso exige conhecimento, humildade, concentração, responsabilidade, mediunidade e amor. O Ogam é o responsável pelo canto, pelo toque, pela sustentação, pela parte física e equilíbrio harmônico dos rituais. Diferente do que muita gente pensa, um Ogam pode incorporar, porém, a sua mediunidade manifesta-se normalmente, de forma diferente do restante do corpo mediúnico. Manifesta, principalmente, através da intuição, das suas mãos, braços e cordas vocais. Os atabaques, quando devidamente consagrados e ativados pelos Ogãns, são verdadeiros instrumentos de auxílio espiritual, pois são capazes de canalizar, concentrar e irradiar energias que tanto podem ser movimentadas pelo próprio Ogam como pelas entidades de trabalho para os mais diversos fins

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Ass: Mariano de Xangó
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