Mariano de Xangó

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09 abril 2011

Caboclos


Os Caboclos, na Umbanda, são entidades que se apresentam como indíginas. As entidades denominadas de Caboclos, que apresentam-se nos terreiros de Umbanda são espíritos com um grau espiritual muito elevado.
Como em todas as linhas de Umbanda, os caboclos são hierarquicamente organizados, existindo chefes de falange e subordinados. Os caboclos são muito espertos e rápidos quando o assunto é doença e para a cura com ervas conhecem muitos tipos de ervas e para que elas servem como devem ser usadas e é uma gira que traz muita bondade, paz ,tranquilidade e principalmente amor.
A palavra caboclo vem do tupi kariuóka, que significa da cor de cobre; acobreado. A partir daí vem a relação com os índios brasileiros, de tez avermelhada. Assim, a palavra caboclo passou a designar aquilo que é próprio de bugre, do indígena brasileiro de cor acobreada. Posteriormente surgiu a noção de caboclo como mestiço de branco com índio, o sertanejo. Dada essa relação dos caboclos com os indígenas – nos terreiros de Umbanda é dessa forma que se manifestam -, e aproximando esse fato ao Orixá Oxossi, que em África é cultuado como Odé, o caçador, o Senhor das Florestas, conhecedor dos segredos das matas e dos animais que lá vivem, diz-se que os Caboclos que baixam na Umbanda são espíritos ligados a Oxossi. Muitos entendem que somente esses são caboclos e que as entidades da vibração de Ogum, Xangô, Yemanjá e Oxalá não seriam, propriamente, caboclos. No entanto, há caboclos da praia, do mar e das ondas, das pedreiras, das cachoeiras, dos rios etc., cujos elementos se associam mais aos outros Orixás que a Oxossi.
Outra maneira de se interpretar as entidades de Caboclo, é como espíritos que se apresentam na forma de adultos, com uma postura forte, de voz vibrante, que trazem as forças da natureza, manipulando essas energias para trabalhar nas questões de saúde, vitalidade e no corte de correntes espirituais negativas. Seu linguajar pode se assemelhar ao dos indígenas, paramen¬tados ou não com cocares, arcos e flechas, machadinha e espadas. Aqui estamos entendendo os Caboclos de maneira mais ampla, como símbolo de fortaleza, do vigor da fase adulta, existindo caboclos de Oxossi, Xangô, Ogum e mesmo aquelas entidades ligadas aos orixás femininos, como Yemanjá, Oxum, Yansã. É claro que essas últimas entidades não vêm como índias, mas com uma forma tipicamente relacionada aos seus atributos. Todavia, são entidades que se apresentam como adultos.

Alguns nomes de caboclos que apresentam-se na Umbanda, em linhas respectivas:
Oxóssi:
• Cabocla Jurema
• Cabocla Jacira
• Caboclo Tupinambá
• Caboclo Gira Mundo
• Caboclo Arruda
• Caboclo Pena Branca, Verde, vermelha, dourada, etc.
• Caboclo Sete Flexas
• Caboclo Jibóia
• Caboclo Aguia Branca
• Caboclo Flecha Dourada
• Caboclo Aymoré
• Caboclo Sete Estrelas
• Caboclo Rompe Mato
• Caboclo Tira Teima
• Caboclo Lírio Branco, Verde ou Azul
• Caboclo Cobra Coral
• Caboclo Arranca Toco
• Caboclo Névoa Negra
• Caboclo Sultão das Matas
• Caboclo Ventania
• Caboclo Mata Virgem
• Caboclo Tupi
• Caboclo Ubirajara
• Caboclo Roxo
• Caboclo Grajaúna
• Caboclo Samambaia
• Caboclo Jupira
• Cabocla Jussara
• Caboclo Araribóia
• Caboclo Urubatão
• Caboclo Gira Mundo
• Caboclo Cipó

Ogum:
• Caboclo Ogum Iara
• Caboclo Ogum Megê
• Caboclo Ogum Matinata
• Caboclo Ogum Sete Espadas
• Caboclo Ogum Rompe-Mato
• Caboclo Ogum Pantera Negra
• Caboclo Ogum Sete Ondas
• Caboclo Ogum Beira Mar
• Caboclo Ogum Beira Rio
• Caboclo Ogum de Ronda
• Caboclo Ogum Lua
• Caboclo Ogum das Matas
• Caboclo Ogum de Lei

Xangô:
• Caboclo Sete Pedreiras
• Caboclo Xangô Kaô
• Caboclo Pedra Roxa
• Caboclo Pedra Preta, branca, roxa, etc
• Caboclo Sete Montanhas
• Caboclo Sete Cachoeiras

O QUE SÃO OGÃNS?

O QUE SÃO OGÃNS?
Ser Ogam é muito mais do que ser aquela pessoa no fundo do Terreiro, tocando pontos para as entidades, médiuns e assistentes. Ser Ogam é participar de forma efetiva e consciente nos trabalhos. Isso exige conhecimento, humildade, concentração, responsabilidade, mediunidade e amor. O Ogam é o responsável pelo canto, pelo toque, pela sustentação, pela parte física e equilíbrio harmônico dos rituais. Diferente do que muita gente pensa, um Ogam pode incorporar, porém, a sua mediunidade manifesta-se normalmente, de forma diferente do restante do corpo mediúnico. Manifesta, principalmente, através da intuição, das suas mãos, braços e cordas vocais. Os atabaques, quando devidamente consagrados e ativados pelos Ogãns, são verdadeiros instrumentos de auxílio espiritual, pois são capazes de canalizar, concentrar e irradiar energias que tanto podem ser movimentadas pelo próprio Ogam como pelas entidades de trabalho para os mais diversos fins

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