MARIANO DE XANGÓ

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24 setembro 2018

setembro 24, 2018

Mais uma Vítima da Intolerância Religiosa, Dessa vez foi a Casa de Oxum em Ceara Mirim – RN, da Yalorixá Zezinha de Oxum "matriarca".



QUANDO JUDICIALIZAR E PRECISO...Religiosas e Religiosos de Matriz Africana novamente vítimas de intolerância religiosa, racismo e preconceito...Casa de Oxum - Ceara Mirim - RN...Yalorixa Zezinha de Oxum "matriarca".

Obs: A trinta anos neste local outra denominacao "assembleia" decidiu um construir templo ao lado a alguns anos atras é entao que simultaneamente vem atacando a comunidade religiosa de matriz africana atraves de seus "adeptos e fieis assembleianos" novamente comunidade Tradicional de matriz africana tem de procurar delegacia e orgãos competentes para tomar as devidas providencias...Diga se que este fato vem acontecendo em recorrência a tempos...É incrivel quando judicializar e preciso devido a ignorancia de "pseudos adeptos" e que vandalizam e atacam de varias maneiras as nossas casas e nossas familias de Matriz africana de Norte a Sul do Pais...Com a pseudo mensagem de unicidade epistemologica de sua "fé impositiva...". Menbros da #comissãopovosdeterreirodoRN... Ya Luciene e Baba Claudio Osagyan presentes...
Mais uma vez #comissãodematrizafricanaePovosdeterreiroRN ...Acompanham essa fatídica SITUAÇÃO recorrente em Ceara Mirim...
Diga se que a varios anos precisamos ir a delegacia da cidade...Varias vezes secretaria de justica do estado ja foi acionado ...DEGEPOL E SESED E conselho estadual de direitos humanos do RN e OAB JÁ Foram notificados em varias outras situações e de pronto nos deram suporte e apoio...Além da propria camara de vereadores e prefeitura de Ceara Mirim - RN ESSES ATAQUES SÃO RECORRENTES E PRECISAM SER NOVAMENTE RESPONSABILIZADOS ...NECESSÁRIO QUE MAIS VELHOS E MAIS VELHAS NÃO SE INTIMIDEM E VAMOS ATÉ O FIM COM AS AÇÕES JUDICIAIS....

 





23 setembro 2018

setembro 23, 2018

Em busca dos direitos culturais indígenas

- POR COLETIVO FOQUE
-21 de setembro de 2018


“Visões e saberes: em busca dos direitos culturais indígenas” foi o tema da mesa de debate promovido pelo CineLegis, um projeto de ações associadas do curso de direito da UFRN. De acordo com os organizadores do evento, o objetivo é “colocar em pauta essa temática dentro do meio acadêmico e repensar a questão da efetivação de tais direitos”.


Durante a atividade realizada na noite desta quinta-feira (20/9) no auditório do Nepsa/UFRN, foi exibido o documentário “Em Busca do Saber”. Em seguida o diretor do curta-metragem, Alberto Álvares Guarani, falou sobre a importância do cinema para guardar a memória e contar as histórias dos mais velhos, além de dar visibilidade aos povos indígenas. “Eu conto o sonho e a história do povo guarani no filme e quando termina já começo a sonhar outro para levar nossos sonhos mundo afora”, declarou o cineasta indígena.


A mesa de debates ainda contou com a participação da advogada Luciana Daltro, que tratou sobre a questão indígena em seu mestrado.



O bacharel em direito Mateus França, especialista em pluralismo jurídico, também esteve presente e fez questionamentos sobre o papel do sistema jurídico e sua legislação na relação com o tema em questão.


Para o cacique Luiz Katu, “Quando falamos de cultura indígena estamos falando do nosso fazer milenar, não só dos povos indígenas do Rio Grande do Norte, mas também do fazer das 305 etnias que existem ainda nesse país, das 274 línguas ainda faladas”.

Click na foto abaixo para ver o vídeo


Fernandes José Josimar Rocha

21 setembro 2018

setembro 21, 2018

Alunos da Emeb Carmine Botta produziram cartazes sobre preconceito religioso e sexual com dados estatísticos. Material foi colado em mural da escola e retirado por um dos parlamentares.

Trabalho escolar sobre intolerância gera polêmica com vereadores em São Carlos, SP

Por Ana Marin*, G1 São Carlos e Araraquara
19/09/2018 15h16 Atualizado há 2 dias

Um trabalho escolar sobre respeito e tolerância religiosa e sexual desenvolvido por alunos do 9º ano da Escola Municipal de Educação Básica (Emeb) Carmine Botta, em São Carlos (SP), causou polêmica entre professores e vereadores na terça-feira (18).

Após as discussões feitas em sala de aula, os alunos produziram cartazes que traziam dados estatísticos sobre os temas. O material foi colado no mural em um dos corredores da escola e chegou a ser retirado pelo vereador Leandro Guerreiro (PSB).

Polêmica

Em um dos cartazes havia um desenho, produzido em 2013 pelo chargista Carlos Latuff, de um cidadão que, em poder de um livro, simulava a agressão de duas mulheres adeptas à religião africana com a frase “sai, tolerância”.

Além disso, os alunos escreveram frases como “intolerância religiosa é crime de ódio”, “Exu não é demônio” e “somos todos iguais”.

Outro cartaz abordava o respeito com a comunidade de Lésbicas, Gays, Bissexuais e Travestis (LGBT) e tinha como mensagem destacada a frase “ninguém precisa ser gay para lutar contra a homofobia”.


Cartaz sobre homofobia produzido por alunos de São Carlos (SP) — Foto: Arquivo Pessoal

Vereadores questionaram trabalho escolar

Ao ficarem sabendo, quatro vereadores foram até a escola e questionaram o objetivo da atividade. Um deles arrancou os cartazes que estavam colados na parede.

De acordo com o secretário municipal de Educação, Nino Mengatti, os vereadores alegaram que aquilo estava ferindo os princípios éticos e religiosos, porque, segundo eles, incitavam a violência contra uma religião.

"Dentro do que foi proposto, não foi contra ninguém. Um dos vereadores arrancou os cartazes de maneira fascista, não podemos permitir isso”, declarou o secretário.

'Violência'

A diretora pedagógica da Emeb, Cilmara Seneme Ruy, disse ao G1 que a ação do vereador foi uma violência no espaço escolar que tentava pregar o contrário. "Ali foi vivenciado, na prática, o que aquelas crianças e adolescentes estavam aprendendo a não fazer”, acrescentou.

Para o secretário de Educação, é dever do parlamentar visitar e fiscalizar o trabalho público, mas Mengatti condenou a conduta dos vereadores na escola.

“Faltou o respeito. Nós não estamos na época da ditadura que você invade um prédio e vai para cima da escola, escola que tem o melhor Ideb de São Carlos e profissionais respeitados”, afirmou.

Os cartazes, segundo a prefeitura, foram recolocados no mural.


O secretário de Educação de São Carlos, Nino Mengatti — Foto: Reprodução/ EPTV

Proposta

Cilmara contou que a professora fez um projeto para trabalhar na língua portuguesa a questão de respeito e tolerância para conscientizar os alunos sobre o mundo violento em que vivemos.

“A escola está aqui para isso, para promover a reflexão e o debate. Eles [vereadores] foram desrespeitosos, não por querer saber o objetivo, mas a maneira brutal de arrancar os cartazes, isso é uma questão de abuso de poder”, disse.

“Queremos mostrar que tem que existir o respeito independente das opções que se faz na vida, isso é constitucional. Nós não estamos em uma brigada fascista e moralista em que você faz o que você acha, existe o respeito constitucional”, ressaltou o secretário de Educação.



Câmara Municipal de São Carlos — Foto: Reprodução/Facebook

Vereadores

Procurado pelo G1 nesta quarta-feira (19), o vereador Lucão Fernandes (MDB) explicou que foi até a escola atender a solicitação de um munícipe e que quando chegou já estava acontecendo uma discussão. Ele alegou que prestou atenção para entender sobre o que se tratava e viu que era apenas um trabalho que conscientizava sobre preconceito.

“Esse trabalho tem que ser feito, tem que se falar sobre preconceito, a gente tem que falar em casa com nossos filhos e familiares sobre o respeito. A gente tem que conviver e amar as pessoas”, declarou.

Já o vereador Moisés Lazarine (DEM) afirmou que foi em busca do diálogo e ressaltou que a imagem divulgada no cartaz é intolerante.

“Não se combate intolerância, com outra intolerância. Fascismo existe em querer apontar uma única religião como a responsável pelo preconceito. Lamento a postura da Secretaria de Educação”, disse.

O vereador Edson Ferreira (PRB) não foi encontrado pelo G1, mas na sessão ordinária da Câmara na terça disse na tribuna que “querem empurrar goela abaixo da sociedade um ponto de vista que não demonstra respeito. Que tem que respeitar todo mundo, inclusive os evangélicos, católicos e cristãos que também estão na escola”.

Leandro Guerreiro (PSB) também não atendeu as ligações da reportagem e, na tribuna da Câmara, alegou que “arrancou os cartazes que fazem apologia LGBT e contra o cristianismo, mas não rasgou ou destruiu, tirou para que pudessem debater. Os vereadores não foram criticar os gays, foram defender os direitos das crianças e que depois da maior idade, cada um faz o que quer”.

*Sob supervisão de Fabio Rodrigues, do G1 São Carlos e Araraquara.


Fonte: https://g1.globo.com

20 setembro 2018

setembro 20, 2018

Aluna é expulsa da aula em Teresina por usa Guias de Umbanda

A liberdade de culto deve ser respeitada, pois está prevista em nossa Constituição Federal.





Colares de Umbanda (ou Guias) podem ser usados no dia a dia? Podem ser usados na escoala?

De fato, uma estudante de 15 anos foi vítima de intolerância em Teresina, capital do Piauí.
Assim, após dificuldades, registrou boletim de ocorrência na Delegacia de Defesa e Proteção dos Direitos Humanos e Repressão às Condutas Discriminatórias contra um professor de Matemática da escola municipal Professor Ofélio Leitão no bairro Esplanada, zona Sul de Teresina.
A saber, a jovem denuncia que foi expulsa da sala de aula por estar usando guias de Umbanda no pescoço.
A aluna, que é umbandista, disse em depoimento que chega a esconder os colares em baixo do uniforme para evitar comentários.
Mas, desta vez, como as contas apareceram pelo uniforme, geraram uma discussão que levou à expulsão de sala.

Assim, acompanhe um trecho do depoimento da jovem:


“Eu estava no intervalo quando meus fios de contas apareceram por baixo do uniforme.
Em seguida, um amigo meu olhou e ficou pegando.
Então eu falei: ‘Não pode pegar porque minhas guias contém energias espirituais’.”
Inesperadamente, o professor que estava perto olhou e disse:
“Não toca nela que ela está cheia de macumba”, e meus colegas já ficaram olhando torto.
Aliás, na hora fiquei bem constrangida e não consegui falar nada.
Então, na entrada da sala eu já estava bem envergonhada e fiquei meio triste na aula de cabeça baixa.”
Desse modo, o professor disse a ela:
“Saia da minha sala, você parece que está dormindo!”
E insistiu:

“Saia, não quero saber, vaza, caia fora”.

A jovem retrucou, dizendo que o professor precisava respeitar as escolhas dos alunos e e ele respondeu:
“Não vou respeitar ninguém e se você quiser me processar pode processar; já tenho 12 processos nas costas, mais um não vai me fazer falta!”
Assim, abalada, a jovem informa que chegou a procurar a diretoria da escola que a orientou apenas a “procurar pelos seus direitos”.
De fato, ela usa sete colares de contas, que segundo os preceitos de seu Terreiro devem ser usados 24 horas após o batismo (também prática em seu Terreiro).
Então continuaram as dificuldades.

A advogada da jovem, Sabrina Rafaela, alerta também para a dificuldade que a adolescente encontrou para registrar a denúncia de preconceito.

Assim, orientadas pela OAB, procuraram a Delegacia de Proteção a Criança e o Adolescente.
Mas lá começaram as resistências quanto à competência.

Enfim, o delegado optou por registrar o boletim de ocorrência para ser enviado para a corregedoria.
Dessa forma, esta indicará qual é a delegacia competente para começar a investigação.


Por outro lado, a jovem Laysa se encontrou na Umbanda.


Infelizmente já havia tentado suicídio no passado e hoje descreve a religião como fundamental para superar a depressão.

Igualmente ela lamenta que ainda exista preconceito contra práticas religiosas e afirma que só se sente feliz na Umbanda.

“Eu tentei me suicidar e não estava muito bem.
Eu tinha depressão por conta dos meus problemas e minha mãe me ajudou e me levou.
Na Umbanda eu me encontrei e é lá que sou feliz.
Sou muito grata ao meu Pai de Santo e aos Guias espirituais”, completa.

Aliás, Pai Bruno de Ogum relata que o preconceito é recorrente.

“É bem comum. Já houveram casos em ônibus, em vários ambientes, mas são casos isolados.
Assim, nossa equipe sempre procura se informar com advogados para tomar as providências.
Sempre vamos procurar informações para tomar medidas cabíveis.”

Além disso, o dirigente do Terreiro destaca um outro duro aspecto:

“Daqui há alguns dias ela vai se deparar na mesma escola, com o mesmo professor e é uma situação constrangedora.
Afinal, ninguém sabe o que uma pessoa dessa pode fazer movido por intolerância.
Vamos lutar a família toda e dar o apoio psicológico, moral e da família e amigos”, disse Pai Bruno de Ogum

“Eu vou firme e forte, vou agir naturalmente e apenas me retirar se for o caso”, disse Laysa.
Ademais, a Secretaria Municipal de Educação do município se posicionou através de nota.
Certamente, como esperado, declara-se contrária a qualquer tipo de preconceito.

Leia a nota na íntegra:

A Secretaria Municipal de Educação (Semec) está acompanhando o caso ocorrido na Escola Municipal Ofélio Leitão e deixa claro que repudia toda forma de preconceito ou intolerância religiosa. 
O professor afirma que a aluna não foi retirada de sala de aula pelo fato de usar um acessório religioso.
Mas sim por estar dormindo durante a aula. 
A Semec destaca ainda que possui uma gerência específica para dialogar com gestores, professores, alunos e famílias sobre os mais diversos temas sociais, a fim de buscar entendimento sobre as diferentes formas de expressão do indivíduo.
Colares de Umbanda são elementos ritualísticos que cada Terreiro orienta aos seus frequentadores como e quando usarem.

Assim, se a pessoa escolhe usar Colares de Umbanda, apenas nas Giras, ou no dia a dia, a escolha é livre.

A liberdade de culto deve ser respeitada, pois está prevista em nossa Constituição Federal.

Que o caso se espalhe e a coragem da jovem seja exemplo para todo o Brasil.

Fotos: Catarina Malheiros/Cidade Verde (Reprodução)

19 setembro 2018

setembro 19, 2018

Atenção!!!

AVISO AOS NAVEGANTES: O TSE Tribunal Superior Eleitoral, há tempos, vem desenvolvendo o conceito de ABUSO DO PODER RELIGIOSO. Isto significa que nós, Ministros Religiosos, não podemos, no uso de nossas competências, receber os candidatos políticos, nem induzir ou influenciar nossos adeptos a votarem nos candidatos de nossos interesses.
Se denunciados, implicará em multa. CANDIDATO FAZENDO CAMPANHA EM TERREIRO NÃO PODE!
Vejam o exemplo do Juiz no TRE-RJ 👇

  




Fontes: 
Evandro Fernandes 

17 setembro 2018

15 setembro 2018

setembro 15, 2018

ACAAPESP recebe em sua Sede Nacional o MPU(Movimento Político Umbandista)


ACAAPESP recebe em sua Sede Nacional o MPU(Movimento Político Umbandista)

Na última terça-Feira, dia 11/09/2018, o Departamento Inter-Religioso da ACAAPESP(Associação dos Consultores, Assessores e Articuladores Políticos do Estado de São Paulo) recebe na Sede Nacional a Diretoria Executiva do MPU(Movimento Político Umbandista), nesta ocasião foram lançados o compromisso do MPU e dos Candidatos a Deputado Estadual Iyá Gilda de Oxum e Deputado Federal Pai Silvaldo de Jesus com toda a Comunidade Umbandista, Candomblecista e de Cultos Afro-Ameríndios.

Estiveram Presentes o Presidente Nacional da ACAAPESP Alan Montoro, o Jornalista e Articulador Político Sérgio Osicran, o Diretor do Departamento Inter-Religioso da ACAAPESP Pai Gabriel Landim, SacerdoteMarco Tata Nzaze Kiango Presidente do MPU, Pai Ortiz Belo Souza Vice-Presidente do MPU entre outros líderes Acaapespianos e Diretores do MPU.
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O QUE SÃO OGÃNS?

O QUE SÃO OGÃNS?
Ser Ogam é muito mais do que ser aquela pessoa no fundo do Terreiro, tocando pontos para as entidades, médiuns e assistentes. Ser Ogam é participar de forma efetiva e consciente nos trabalhos. Isso exige conhecimento, humildade, concentração, responsabilidade, mediunidade e amor. O Ogam é o responsável pelo canto, pelo toque, pela sustentação, pela parte física e equilíbrio harmônico dos rituais. Diferente do que muita gente pensa, um Ogam pode incorporar, porém, a sua mediunidade manifesta-se normalmente, de forma diferente do restante do corpo mediúnico. Manifesta, principalmente, através da intuição, das suas mãos, braços e cordas vocais. Os atabaques, quando devidamente consagrados e ativados pelos Ogãns, são verdadeiros instrumentos de auxílio espiritual, pois são capazes de canalizar, concentrar e irradiar energias que tanto podem ser movimentadas pelo próprio Ogam como pelas entidades de trabalho para os mais diversos fins

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Alguns textos, poemas e fotos foram retirados de variados
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''A intenção deste blog não é de plágio, mas sim de espalhar conhecimento e manter viva a nossa historia"

Ass: Mariano de Xangó
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